Anuska Ponzoni Rossi Porto

Anuska Ponzoni Rossi Porto

HRtechs
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CEO
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Sobre

Eu sou Anuska Ponzoni Rossi Porto, possuo mais de 25 anos de experiência em saúde mental corporativa. Minha missão com Black Duck Minds é a saúde mental como estratégia corporativa. Transformamos o que é um passivo invisível em ativo estratégico, buscando as raizes dos problemas de performance, das dificuldades de entregas em alto desempenho, das dificuldades em cultivar times coesos, das dificuldades em inovação, através de metodologias científicas da psicologia, neurociência e psicologia investigativa. Transformamos o invisível em evidências e com isso, podemos mitigar, tratar e curar culturas aparentemente saudáveis mas que de fato, estão adoecidas. Pessoas adoecidas, assim como culturas corporativas adoecidas, criam problemas ou são o problema. Pessoas e culturas sadias, resolvem problemas. Empresas que mascaram indicadores de saúde, criam passivos gigantes que serão passados para futuros sucessores. Nós buscamos resolver isso, na geração atual do negócio. Isso é sustentabilidade emocional e perpetuidade corporativa.

Minha expertise abrange análises de riscos psicossociais, de personalidade, da personalidade jurídica, para contextos de due dilligence, onde o fator humano é frequentemente o passivo mais caro. Para áreas de compliance, realizamos análises complexas que envolvem as acusações de fraudes, assédios, falsas acusações, através de metodologias investigativas, baseadas em evidências contextualizadas. Sabemos que existem inúmeros casos não denunciados, onde as origens muitas vezes são aspectos da cultura corporativa, irraigados, invisíveis, que reverberam por toda organização. Nossa análise de veracidade é pautada em técnicas de interrogatório e técnicas científicas das ciências comportamentais. Como fundadora de duas startups, compreendo profundamente as dores de outros empreendedores e a complexa dinâmica das relações entre investidores e fundadores. Sabemos que os maiores problemas entre fundadores e investidores não estão nos processos, nos modelos de negócios e indicadores objetivos, mas sim,  nos aspectos subjetivos, de personalidade, invisíveis, da cultura corporativa e das pessoas envolvidas no negócio jurídico. Tudo aquilo que não é visto se tornará um passivo. Nós desvelamos para transformar em um ativo, duradouro por ser saudável. A educação emocional corporativa é cada vez mais estratégica, em um mundo onde a IA pode muito, mas não pode tudo: a cura das dores ainda é uma habilidade intrinsecamente humana.

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