
A Koda First é uma plataforma de planejamento AI-first para times de produto. Ela lê o código real do time e transforma ideias e contexto em backlog pronto para desenvolver, com aprovação humana em cada etapa.
A startup nasceu de uma constatação sobre onde o dinheiro de engenharia realmente se perde. Engenharia costuma ser o maior custo da operação, e boa parte dessa capacidade cara evapora antes de virar produto: 43% da semana de um desenvolvedor vai para manutenção, dívida técnica e código ruim (Stripe, The Developer Coefficient). A inteligência artificial parecia a saída — e acelerou o desenvolvimento de verdade. Mas, sem método, ela corre sobre planejamento raso: a spec chega pela metade, a verdade do produto segue enterrada no código que ninguém documentou, e o problema se espalha pela esteira inteira. Pior: 45% do código gerado por IA veio com vulnerabilidade de segurança em um teste com mais de 100 modelos (Veracode, 2025). O problema nunca foi a IA — é IA sem contexto e sem revisão.
A Koda First atua exatamente aí. O fluxo tem quatro passos:
O diferencial não está em gerar código, e sim no que faz o código nascer certo: uma especificação ancorada no código real em vez de achismo, premissas de segurança e padrões da casa já registrados nos documentos técnicos de arquitetura, cenários de teste em Gherkin entregues ao QA antes de o desenvolvimento começar, e uma cadeia de aprovação versionada e rastreável até a origem.
A empresa foi fundada por Bruno Paravatti, que atua como CTO e vive a dor de dentro: acompanha diariamente times em que a IA acelera a codificação enquanto o planejamento segue manual — e o custo dessa assimetria reaparece como retrabalho, sprint após sprint.
O objetivo da Koda First é que o time construa a coisa certa — da primeira vez.