
A Lybel é uma camada de identidade e checkout para o varejo brasileiro — agnóstica de método de pagamento (cartão, Pix, qualquer rail). Substituímos o checkout (formulário + cadastro + risco de fraude), não o método de pagamento em si: qualquer ponto de contato (e-commerce, loja física, TV, WhatsApp, live) vira ponto de compra com um único scan.
O e-commerce brasileiro perde 2,7% do faturamento em fraude (CyberSource), 86% dos carrinhos são abandonados (ABComm) e 27% das desistências são por complexidade do cadastro (E-Commerce Brasil). Do outro lado, 71% dos brasileiros temem golpes online (Serasa). Comprar custa caro em duas moedas: tempo e medo.
A Lybel resolve os dois lados no mesmo produto. Pro consumidor: um app, um QR Code, biometria — sem digitar dados, sem cadastrar por loja, sem expor cartão. Pro lojista: integração que substitui o checkout tradicional, conversão mais alta e transferência de risco de fraude — o chargeback sai do balanço do varejista e vira responsabilidade da Lybel. O modelo cobra 2,7% por transação, exatamente o custo de fraude que o lojista já tem hoje: troca um custo afundado por um serviço que aumenta conversão.
Diferente de wallets de ecossistema (Apple Pay, Google Pay), a Lybel é universal e assume o risco. Diferente de antifraudes tradicionais (Clearsale), valida antes da transação, com biometria — não com score probabilístico depois.
Fundada em 2024 por Diego Clair (Produto e Tecnologia). Carolina Falcoski (Negócios e Varejo) juntou-se como co-fundadora em 2025, após se conhecerem no StartupOne. Validação de interesse comercial em andamento com Nestlé, Romã e Sopro.